Stake prepara evento exclusivo no Brasil para a estreia da seleção na Copa de 2026

Especial
Stake Brasil Copa 2026

No dia 13 de junho, data em que o Brasil entra em campo pela primeira vez no maior evento esportivo de 2026, a Stake vai realizar no país uma watch party (festa de transmissão ao vivo) exclusiva e a convite, em parceria com a KICK. O evento integra a campanha global “It’s All at Stake” (“Está tudo em jogo”, numa tradução livre), que tem como embaixadores os ex-jogadores Iker Casillas, Patrice Evra, Sergio Agüero e Eden Hazard, e marca a entrada da plataforma de apostas no maior momento do futebol mundial com uma ativação pensada especificamente para o público brasileiro.

A lista de convidados deve reunir streamers e criadores de conteúdo da KICK, influenciadores digitais do universo esportivo e do entretenimento e personalidades do mercado de cassino e apostas esportivas. A noite vai incluir ativações de cassino ao vivo, distribuição de prêmios, comida e bebida e um estande exclusivo de merchandise da KICK disponível apenas para os presentes. Para quem acompanha à distância e quer aproveitar o momento do torneio, as melhores odds da Copa 2026 já estão disponíveis na plataforma.

Os quatro embaixadores da campanha “It’s All at Stake” reúnem mais de 60 títulos coletivos entre si, incluindo Champions League, Premier League, La Liga e conquistas nos torneios globais de futebol. Iker Casillas ergueu a taça do torneio global em 2010 pela Espanha e é considerado um dos maiores goleiros da história do futebol. Patrice Evra acumulou cinco títulos do Campeonato Inglês pelo Manchester United e é presença constante em ativações de entretenimento esportivo na Europa e nas Américas. Sergio Agüero, artilheiro histórico do Manchester City com 260 gols, encerrou a carreira em 2021 e migrou para o streaming, onde construiu audiência expressiva como criador de conteúdo. Eden Hazard, duas vezes eleito melhor jogador da Premier League, representou o perfil de jogador técnico e carismático que atravessa gerações de torcedores.

É com esse peso de campanha que a Stake chega ao Brasil no dia 13 de junho. A watch party deve reunir alguns dos maiores nomes do streaming brasileiro, influenciadores do universo esportivo e de entretenimento, personalidades do mercado de apostas e figuras do futebol. Criadores da KICK com forte presença digital no Brasil, ativações de cassino ao vivo, premiações e um drop exclusivo de merchandise da plataforma, tudo isso no mesmo lugar, na mesma noite, no maior momento do futebol brasileiro do ano. O tipo de cenário que gera conteúdo espontâneo e movimenta as redes sociais sem precisar de roteiro.

Elencos confirmados revelam o que esperar do Grupo C 

O Brasil estreia no torneio global de futebol contra Marrocos, em 13 de junho, pela fase de grupos. Ainda no Grupo C, a seleção enfrenta o Haiti em 19 de junho e a Escócia em 24 de junho. A partida de estreia é a escolhida pela Stake para o lançamento da ativação, momento de maior audiência para o torcedor brasileiro.

O evento pode ser acompanhado também via KICK streaming, plataforma parceira da Stake nessa ativação. A parceria entre as duas marcas para esse evento específico posiciona a iniciativa como uma das apostas mais visíveis do setor no mercado brasileiro regulamentado, em um ano em que as apostas esportivas online ganharam novo marco legal no país.

Com todos os 48 elencos confirmados para a Copa de 2026, a maior da história, com partidas distribuídas por 16 cidades nos Estados Unidos, Canadá e México entre 11 de junho e 19 de julho, o cenário de favoritos já começa a tomar forma. O Brasil, apesar de ter encerrado as eliminatórias sul-americanas em quinto lugar com seis derrotas em 18 partidas, figura entre os quatro times mais cotados pelas casas de apostas. O modelo estatístico do Opta, no entanto, coloca a seleção em sexto, atrás da Espanha (16,18% de chance de título), França (13,1%) e Inglaterra (11,2%), entre outros.

A chegada de Carlo Ancelotti ao comando técnico da seleção brasileira mudou o prognóstico de parte dos analistas. O jornalista especializado Tim Vickery avaliou: “Ancelotti aprimorou muito o time. O que ele está tentando fazer é avançar com quatro atacantes. Se conseguir fazer esse talento ofensivo funcionar, como em alguns amistosos, ninguém vai querer enfrentar o Brasil.” A dúvida tática, porém, persiste: enquete realizada pela revista Placar apontou que 84% do público prefere o 4-3-3, contra 16% favoráveis ao 4-2-4.

A maior novidade da convocação de Ancelotti foi a inclusão de Neymar. O atacante de 34 anos, que defende o Santos desde seu retorno ao futebol brasileiro, não atuava pela seleção desde 2023 devido a seguidas lesões. O técnico justificou a escolha: “Passamos o ano inteiro analisando o Neymar. Percebemos que nesse último período ele teve continuidade e estava em boa condição física.” A divulgação do nome do jogador em cerimônia realizada no Rio de Janeiro foi recebida com aplausos. Com 79 gols em 128 jogos pela seleção, Neymar chega à sua quarta participação no torneio como artilheiro histórico do Brasil.

O restante do elenco tem peso europeu expressivo. Na meta, Alisson Becker (Liverpool) foi convocado mesmo após perder os últimos dez jogos do clube por lesão. No meio-campo, Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United) e Lucas Paquetá (Flamengo) formam o núcleo. No ataque, Vinícius Júnior (Real Madrid), Raphinha (Barcelona) e Endrick,  atualmente cedido ao Lyon pelo Real Madrid, figuram entre os nomes de maior projeção. Ficou de fora João Pedro, atacante do Chelsea e artilheiro do clube na Premier League com 15 gols e cinco assistências na temporada.

O Grupo C é considerado tecnicamente desequilibrado, com o Brasil como favorito isolado, Marrocos como segundo time de peso e Haiti e Escócia com chances mais modestas. Mas o histórico recente dos Leões do Atlas (como Marrocos é conhecido) recomenda cautela. A seleção norte-africana foi semifinalista do torneio em 2022, no Catar, onde eliminou Portugal e Espanha antes de ser eliminada pela França. Para este torneio, o capitão Achraf Hakimi, lateral do Paris Saint-Germain, foi incluído no grupo apesar de uma lesão sofrida nas semifinais da Liga dos Campeões contra o Bayern de Munique em abril. Hakimi foi visto treinando na véspera da final da competição europeia, o que elevou o otimismo do técnico marroquino sobre sua recuperação a tempo. Entre os demais convocados estão Noussair Mazraoui (Manchester United), Brahim Díaz (Real Madrid), o ex-jogador do West Ham Nayef Aguerd e Sofyan Amrabat, que passou pelo Manchester United. Hakim Ziyech, ex-Chelsea, ficou fora da lista.

A Escócia chega ao torneio com um grupo que une experiência e apostas pontuais em jogadores fora do radar. O técnico Steve Clarke convocou o atacante Ross Stewart, do Southampton, após quatro anos de ausência da seleção por lesões. Clarke foi direto na justificativa: “De janeiro para cá, ele teve uma sequência rica, mostrando que consegue marcar gols em jogos grandes. O jogo contra o Arsenal na FA Cup (The Football Association Challenge Cup, a Copa da Inglaterra) mostrou que ele pode ter impacto em partidas desse nível. O torneio global de 2026 também será de alto nível.” Stewart marcou 11 gols em 33 partidas pelo Southampton na temporada, incluindo um na semifinal do playoff do Championship contra o Middlesbrough. O jovem Findlay Curtis, de 19 anos e emprestado ao Kilmarnock pelo Rangers, também entrou na lista. “Ele tem algo um pouco diferente do que temos. Também mostrou que consegue marcar gols num time que estava lutando para não cair”, disse Clarke. O capitão Andy Robertson lidera um elenco que inclui Scott McTominay, John McGinn e Billy Gilmour. Clarke resumiu a expectativa: “Este é um grupo de jogadores que sabe como se classificar para grandes torneios. Esperamos que a experiência dos que já estiveram em torneios anteriores venha à tona e façamos algo que nenhum time escocês jamais fez.”

O Haiti representa a segunda participação da seleção caribenha na história do torneio. A primeira foi em 1974, na Alemanha Ocidental. A classificação veio em grande parte pelos gols de Duckens Nazon, artilheiro histórico do país com 44 gols em 76 jogos, mesmo com a obrigação de disputar as partidas em casa como visitante por conta da crise de segurança no país. Os destaques da convocação são Wilson Isidor, do Sunderland, e Jean-Ricner Bellegarde, meio-campista do Wolverhampton Wanderers. O Haiti estreia contra a Escócia em 13 de junho antes de enfrentar Brasil e Marrocos.

Fora do Grupo C, os outros candidatos ao título reforçam a amplitude da disputa. A Espanha, campeã da Eurocopa em 2024 sobre a Inglaterra, chega como principal favorita para a maioria das casas de apostas. O jovem Lamine Yamal, ponta do Barcelona de 18 anos considerado um dos melhores jogadores do mundo, foi convocado mesmo com uma lesão. Curiosamente, nenhum jogador do Real Madrid está na lista espanhola. A Argentina, atual campeã, venceu as eliminatórias sul-americanas com nove pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o Equador. Lionel Messi, aos 38 anos, estará em seu sexto torneio global e o analista Vickery chegou a observar que “houve momentos em que eles foram até melhores sem ele”. A França, vice-campeã em 2022, vai disputar o que deve ser o último torneio sob o comando de Didier Deschamps, com Kylian Mbappé e Ousmane Dembélê liderando o ataque.

Odds do Grupo C apontam duelo entre Brasil e Marrocos, com Escócia em busca de três pontos

As casas de apostas são categóricas ao ranquear os times do Grupo C: o Brasil lidera como favorito para vencer a chave com odds de 1/5 (ou seja, para cada 5 reais apostados, 1 real de lucro), Marrocos aparece em segundo a 5/1, a Escócia a 12/1 e o Haiti como lanterna a 100/1. Para se classificar ao mata-mata, as probabilidades refletem a mesma hierarquia: o Brasil está cotado a 1/66, Marrocos a 1/8, a Escócia a 2/9 e o Haiti a 9/1. Mas ao menos um analista discorda da leitura fácil.

Para Dan Fitch, colunista sênior de apostas do The Independent com 20 anos de experiência no setor, as odds do confronto de abertura entre Brasil e Marrocos em 13 de junho refletem reputação histórica, não desempenho recente. “Isso parece um caso clássico de odds definidas com base na reputação histórica, e não na realidade moderna”, escreve Fitch. O analista lembra que o Brasil foi derrotado por Bolívia, Japão e França nos 11 jogos sob Ancelotti, e que Marrocos venceu o último duelo entre as duas seleções, em 2023, por 2 a 1. Para o confronto direto, Fitch enxerga valor na odd de 3/1 para empate, e aponta o mercado de dual-forecast (ambos se classificam, em qualquer ordem) a 8/11 como a aposta mais segura do grupo.

Sobre a Escócia, o analista projeta uma campanha de três pontos, conquistados na estreia contra o Haiti, com as demais partidas contra Brasil e Marrocos representando grandes obstáculos. Uma vitória escocesa sobre os haitianos está cotada a 4/9. Fitch ressalta que, dos 19 jogos da Escócia desde a Eurocopa 2024, apenas dois terminaram em empate, com nove vitórias e oito derrotas, um perfil de equipe que tende ao tudo ou nada, sem meio-termo.

Assim, o favoritismo absoluto do Grupo C pode esconder armadilhas táticas e oportunidades valiosas em mercados alternativos, como o de dual-forecast. Em um ano decisivo para a regulamentação do setor no Brasil, acompanhar essas nuances pode ser decisivo para os torcedores. E a ativação exclusiva da Stake no dia 13 de junho reflete esse novo momento do mercado nacional. Seja participando da watch party ao lado dos principais nomes do streaming da KICK, seja acompanhando as flutuações das melhores odds em tempo real na plataforma, a estreia da seleção brasileira marca o início de uma cobertura que promete redefinir a forma como a torcida acompanha o maior espetáculo do futebol mundial.

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