Towa and the Guardians of the Sacred Tree | Preview
Towa and the Guardians of the Sacred Tree é um roguelike de ação, com uma pegada oriental e a possibilidade de jogo cooperativo, sendo desenvolvido pela Brownies inc. e publicado pela Bandai Namco Entertainment Inc. Nele, controlamos uma sacerdotisa e seus oito guardiões em uma luta, tão bela quanto perigosa, para livrar o reino das garras de um vilão sombrio e, como costuma ser nesses casos, nada agradável.
E aí, será que esse jogo vai dar bom? É o que veremos agora, em mais uma preview profética do Pizza Fria.
Meus oito consagrados
Bem vindos, leitores e leitoras deste que pode ser chamado de site mais delicioso da rede mundial de computadores. Estamos unidos aqui, mais uma vez, para nossa sessão de previsão do futuro, particularmente envolvendo videojogos em desenvolvimento. Se eu tivesse este mesmo poder para prever resultados de loteria, provavelmente estaria digitando isto em um teclado de ouro maciço. Que vida terrível, não é mesmo?
Mas, pelo menos, temos Towa and the Guardians of the Sacred Tree para jogarmos e afastar a tristeza de nossa condição financeira. O título, que se apresenta dentro de um dos meus gêneros mais queridinhos, chega com a proposta de oferecer uma proposta rogue de qualidade embrulhada em uma bela embalagem de gráficos animescos, misturados com cores e pinturas, e músicas de qualidade para embalar a ação. Promissor, não é mesmo?
À convite da Bandai Namco, tive a oportunidade de jogar um tempo do game para contar para vocês queridos e queridas, e fiquei bem interessado pelo que consegui ver até o momento. Mas, nada de colocar os proverbiais carros na frente dos proverbiais bois, não é mesmo? Permitam que eu conte minhas opiniões na ordem correta para poder criar a falsa noção, na mente de todos, que eu tenho uma mínima ideia do que estou fazendo. Sigamos.

A história e os personagens do game
A premissa de Towa and the Guardians of the Sacred Tree gira em torno da luta de uma sacerdotisa, chamada Towa, para impedir que um ser maligno chamado Magatsu dê fim ao mundo e tudo que há de bom nele. Por quê esses vilões tem que ser tão amargurados, não é mesmo? Bom, é por essas e outras que nossa chegada se reúne a oito companheiros de coração, e bons de briga, para dar conta do problema. E é a história dessa jornada, e das relações entre esses nove personagens, que sustenta toda a ação que segue.
Falando em ação, o título é construído como um bom e velho roguelike, do qual morremos, morremos e morremos enquanto tentamos completar nossas runs e, pouco a pouco através de cada falha, vamos ficando mais fortes e (talvez) habilidosos. Recebemos uma série de recursos de aprimoramento, a cada tentativa, que podem ser utilizadas para deixar nosso personagem mais forte, melhorar nossos bonecos e equipamentos, e por aí vai.
Oito guardiões jogáveis e diferentes estilos de combate
Do lado da pancadaria, Towa and the Guardians of the Sacred Tree conta com oito personagens jógaveis, cada um com seu estilo de jogo e habilidades, que podemos escolher para jogar. Eu achei isso bem legal e isso, combinado com as melhorias únicas que conseguimos em cada run, nos dá uma boa variedade de builds e opções para experimentarmos.

Uma das particularidades mais legais de Towa and the Guardians of the Sacred Tree, que dobra como modo de dois jogadores, é a mecânica de tsurugi e kagura. Em termos gerais, o primeiro é o personagem que utiliza duas espadas (com ataques únicos de cada herói) e o segundo é um boneco de suporte que utiliza duas magias diferentes. Cada um, se quisermos, pode ser controlado por um segundo jogador através do modo cooperativo.
Eu achei essa mecânica bem legal por vários motivos. Ela aumenta ainda mais nosso leque de opções de combate, que já não é de se jogar fora, e adiciona um bom elemento tático adicional tanto pensando nas melhorias que podemos colocar quanto no fato do kagura se tornar parte essencial da equação. Além disso, podemos fazer uma boa quantidade de combinações entre os personagens, quanto montamos nossas duplas antes de cada missão.
Melhorias, cidade-base e sistema de forja de armas
Fora isso, Towa and the Guardians of the Sacred Tree também conta com uma série de outras mecânicas envolvendo a cidade que serve de base para nossa heroína. Lá podemos melhorar uma série de atributos e até forjar nossas próprias armas! Através, devo dizer, de um sistema bem mais engenhoso e divertido de usar do que eu esperava.

O que esperar de Towa and the Guardians of the Sacred Tree?
Towa and the Guardians of the Sacred Tree, gente bonita deste site que tanto amamos, tinha minha curiosidade. Mas agora, devo admitir, ele tem minha atenção. Admito que fiquei bem interessado pelo que vi, além de um pouco esperançoso, e creio que o jogo tenha potencial para entregar uma experiência bem refinada e divertida. Definitivamente se manterá em meu radar, e sigo investido em conferir como ficará o produto final.
O jogo tem lançamento previsto para 19 de setembro no PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC, via Steam.
*Preview elaborada na versão para PC, via Steam, com código fornecido pela Bandai Namco.


