1666: Amsterdam detalha trilha e áudio em devlog final

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A Panache Digital Games apresentou nesta sexta-feira, 28, o terceiro e último diário de desenvolvimento de 1666: Amsterdam, dedicado à produção da trilha sonora e ao design de áudio do jogo. O título entrou em Acesso Antecipado em 25 de agosto para PC, via Steam e Epic Games Store.

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Devlog de 1666: Amsterdam aborda música e design de som

O episódio apresenta o processo de criação da identidade sonora de 1666: Amsterdam, incluindo os instrumentos, técnicas de produção e referências utilizadas pela equipe. A cantora e compositora Jorane participa do vídeo e comenta seu trabalho na trilha, além das razões que levaram o estúdio a escolhê-la para o projeto.

Também aparecem no diário Philippe Charron, diretor de áudio; Eloi Painchaud, responsável pela mixagem e masterização; Sophie-Agnès Mongeau, designer de som; e Patrice Désilets, cofundador e diretor criativo da Panache Digital Games.

Segundo o estúdio, a música e os efeitos sonoros variam de acordo com personagens, períodos históricos e diferentes áreas de Amsterdã. Noa e Aaron, por exemplo, possuem temas musicais próprios, desenvolvidos para acompanhar as diferentes perspectivas dos dois personagens ao longo da narrativa.

Amsterdã serviu de referência para a produção sonora

O diário também aborda a influência da própria cidade de Amsterdã sobre a produção musical e o design de som do jogo. Além das referências utilizadas durante o desenvolvimento, o episódio inclui imagens do evento de apresentação de 1666: Amsterdam realizado em julho, ocasião em que Jorane apresentou ao vivo músicas produzidas para o título.

O terceiro diário encerra a série de vídeos de bastidores da Panache Digital Games. Os dois episódios anteriores foram dedicados, respectivamente, à visão criativa e à direção artística do projeto.

1666: Amsterdam permanece em Acesso Antecipado, período no qual a equipe pretende continuar ajustando e expandindo o conteúdo com base no desenvolvimento e no feedback dos jogadores.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.