Enter the Chronosphere é lançado em acesso antecipado no Steam com mistura de estratégia e bullet hell

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Effort Star e a Joystick Ventures anunciaram nesta segunda-feira, 25, que Enter the Chronosphere já está disponível em acesso antecipado para PC, via Steam. O título combina mecânicas de bullet hell em visão superior com elementos estratégicos em turnos, permitindo que o tempo avance apenas quando o jogador realiza ações.

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Segundo as desenvolvedoras, Enter the Chronosphere chega ao acesso antecipado com cerca de 40 horas de progressão total, enquanto cada partida individual possui duração média estimada entre 30 e 45 minutos. O game também recebeu parcerias com outros títulos de ação na plataforma da Valve, permitindo descontos por meio de pacotes para jogadores que já possuam determinados jogos na biblioteca.

Como funciona a jogabilidade de Enter the Chronosphere

Em Enter the Chronosphere, tudo permanece parado até que o jogador tome uma decisão. Entre cada ação, tiros ficam congelados no ar e inimigos exibem previamente seus próximos movimentos. Ao atacar, mover-se, recarregar armas, realizar esquivas ou utilizar habilidades, o cenário inteiro volta a avançar simultaneamente.

A proposta busca unir o planejamento tático de jogos por turno com situações características do gênero bullet hell.

Entre os recursos apresentados estão:

  • Cinco biomas distintos, cada um com inimigos, desafios, armas, equipamentos e chefes próprios;
  • Seis personagens jogáveis, incluindo Marcia, considerada a última humana do universo, além de Urtar e Lillypilly;
  • Estruturas chamadas “Chronospheres”, geradas proceduralmente a cada partida;
  • Possibilidade de combinar equipamentos e habilidades de diferentes regiões para criar novas construções de personagem;
  • Progressão contínua por meio do hub chamado The Starseer, onde habilidades, ameaças e conteúdos adicionais podem ser desbloqueados.

Personagens, biomas e progressão fazem parte da estrutura roguelike

As áreas exploráveis apresentam inspirações variadas, incluindo referências à cultura australiana e cenários de ficção científica. Além disso, cada personagem conta com habilidades específicas, como o Kinetic Surge de Urtar e movimentos de esquiva de Marcia.

As partidas começam com uma escolha entre diferentes Chronospheres geradas proceduralmente, cada uma trazendo objetivos e modificadores próprios. Segundo a equipe, essa estrutura foi criada para oferecer variações entre as tentativas e ampliar as possibilidades de combinações entre equipamentos e habilidades.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.