Ghetto Zombies: Graffiti Squad chega ao PlayStation e Nintendo Switch
A Fogo Games e a Nuntius Games anunciaram nesta quinta-feira, 27, que Ghetto Zombies: Graffiti Squad já está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Com as novas versões, o jogo de ação com visão do topo passa a estar disponível em todas as plataformas previstas pela publicadora.
Além das novas versões, o título também está disponível anteriormente para PC, via Steam, Xbox Series X|S, Xbox One e Xbox no PC.
Ghetto Zombies: Graffiti Squad coloca a periferia em meio a um apocalipse zumbi
Ghetto Zombies: Graffiti Squad é um shooter de ação em pixel art ambientado em uma periferia brasileira durante um apocalipse zumbi. A história acompanha o Esquadrão-Z, formado por quatro jovens da Vila Fundinho, comunidade que conseguiu resistir ao surto de mortos-vivos.
Durante a campanha, os jogadores podem controlar Fabão, Kath, Duda e Vini, cada um com habilidades próprias. O grupo precisa enfrentar os zumbis, investigar a origem da contaminação e recuperar diferentes áreas da cidade.
Os grafites também fazem parte das mecânicas de progressão. Ao longo da aventura, os personagens utilizam a arte para devolver cor às áreas exploradas enquanto avançam pelos capítulos da história.
Arsenal reúne mais de 70 armas
O jogo conta com mais de 70 armas que podem ser encontradas e utilizadas durante as partidas. Entre elas estão a Happy Bazuka, que dispara donuts; a Pow-Pow, baseada em uma luva de boxe; a Candy Gun, que utiliza balas de goma; e a Etevaldo, inspirada em Castelo Rá-Tim-Bum.
O arsenal é utilizado contra mais de 20 tipos de inimigos, além de batalhas contra chefes ao final dos capítulos. Ghetto Zombies: Graffiti Squad também inclui um modo de treinamento com hordas infinitas.
Segundo a Fogo Games, a proposta é incentivar os jogadores a procurar as diferentes armas disponíveis e experimentar suas características durante a campanha.
Jogo incorpora grafites de artistas brasileiros
A ambientação de Ghetto Zombies: Graffiti Squad utiliza referências da cultura periférica brasileira, incluindo trabalhos produzidos por grafiteiros ligados principalmente à região do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo.
Entre os artistas que colaboraram com o projeto estão Anap, Baldo e Lelo. As obras aparecem em diferentes partes do cenário e integram a representação da comunidade apresentada no jogo.


