Bite the Bullet já está disponível para PS4

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Graffiti Games e a Mega Cat Studios lançaram nesta sexta-feira, 19, Bite the Bullet para PlayStation 4. Disponibilizado em agosto de 2020 para PC, via SteamNintendo Switch e Xbox One, o jogo cooperativo foi chamado pelos desenvolvedores como sendo o primeiro no mundo do gênero “correr, atirar e comer”, já que todos os inimigos são comestíveis (!) e o quê e o quanto você come afetam não só a cinturinha, como também a árvore de habilidades e o arsenal do combatente. Veja o trailer!

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Bite the Bullet poderia ser classificado na categoria “correr, atirar e comer”, além de ser considerado ação e um RPG roguelite. Assim, os desenvolvedores prometem um título empolgante, nos quais o visual pixelado retrô contará com um caos de balas na tela, degustação de zumbis e aprimoramentos.

Os jogadores devem comer seus inimigos, munição e muito mais para aprimorar seus respectivos personagens, armamento e habilidades. Portanto, é preciso abater zumbis, robôs e gigantes chefões mutantes antes de comer os corpos e ganhar ataques especiais. Bite the Bullet tem quatro classes de personagem e árvores de habilidades fundamentadas em dietas específicas – você é aquilo que você come! Até mesmo paredes são comestíveis.

Leia nossa review de Bite the Bullet!

As quatro classes de personagens estão divididas entre carnívoros, herbívoros, onívoros e “robívoros”, cada qual com habilidades e características próprias. Para fazer melhor uso, Bite the Bullet tem modo cooperativo para contar com ajuda de outra pessoa e passar pelas 50 fases.

Na história, a sombria corporação DarwinCorp envia mercenários para coletar material genético de todas as espécies possíveis e existentes na galáxia. Embora sejam mercenários, Chewie e Chewella, param na Terra certo dia e descobrem entretanto que algo não está certo.

Leandro Paiva

Jornalista, amante de survival horror, café e, provavelmente, o maior fã de Resident Evil do site, a menos que ele chame Revelations 2. Sou um jogador de PC em tempo integral, pois games são uma arte bela demais para não serem apreciados em suas melhores versões. E, com isso, claramente não quero dizer jogar com o MSI Afterburner aberto na tela, mostrando 100+ FPS!