Don’t Let It Starve é lançado no Steam com proposta que mistura horror roguelite e montagem de bentôs

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A Black Lantern Collective anunciou nesta sexta-feira, 12, o lançamento de Don’t Let It Starve para Steam. Desenvolvido por Eduardo Scarpato, o título já está disponível para PC com preço sugerido de R$ 26,49 e desconto de lançamento de 15%.

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No jogo, os jogadores precisam montar bentôs para alimentar uma criatura que vive nos dutos de ventilação. Com elementos de roguelite e gerenciamento de inventário inspirados em sistemas de organização semelhantes aos vistos em jogos de sobrevivência, o objetivo é posicionar diferentes alimentos em uma grade, preencher todos os espaços disponíveis e maximizar a pontuação de cada refeição.

Don’t Let It Starve desafia jogadores a criar combinações e sobreviver

Em Don’t Let It Starve, cada alimento possui formatos distintos e pode ser girado ou reposicionado para encaixar da melhor forma possível nos pratos. O sistema também recompensa combinações específicas de ingredientes, oferecendo bônus que aumentam a pontuação final.

Ao concluir uma rodada, os jogadores recebem moedas que podem ser utilizadas para adquirir novos itens e modificadores. Esses elementos permitem criar sinergias, alterar probabilidades e ampliar as possibilidades estratégicas durante cada partida.

Segundo os desenvolvedores, cada tentativa apresenta novos desafios e combinações de itens, exigindo adaptação constante para satisfazer o apetite da criatura responsável por manter o protagonista em cativeiro.

Progressão inclui novos desafios e quatro níveis de dificuldade

Além da progressão tradicional das partidas, Don’t Let It Starve conta com conteúdos desbloqueáveis que adicionam novas ferramentas, modificadores e desafios. O jogo também oferece quatro modos de dificuldade que se acumulam progressivamente, introduzindo mudanças como formatos diferentes de bentôs, metas de pontuação mais altas e limites de tempo para completar os pratos.

Entre os destaques apresentados pela equipe estão mais de 120 itens únicos para desbloquear e sistemas voltados à criação de combinações e estratégias específicas para cada partida.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.