Call of Duty: Black Ops + Black Ops II | Review

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Durante mais de uma década, Call of Duty: Black Ops e Call of Duty: Black Ops II permaneceram presos ao PlayStation 3, ao menos se compararmos no ecossistema da Sony. Lançados originalmente em 2010 e 2012, respectivamente, os dois jogos estão entre os títulos mais aclamados de uma das franquias mais bem-sucedidas da indústria, mas não podiam ser jogados nos consoles mais recentes da gigante japonesa.

Com isso em mente, a Activision relançou os dois jogos em ports para PS4 e PS5 desenvolvidos pela Treyarch em parceria com a Iron Galaxy Studios, que chegaram em 9 de julho de 2026.

Mas será que esses relançamentos reproduzem com fidelidade os jogos da década passada? Quais melhorias os jogadores podem esperar ao comprar as novas versões dos dois primeiros Black Ops? E quais problemas também atravessaram as gerações? Eu te respondo tudo isso após platinar Black Ops e jogar Black Ops II por cerca de 30 horas, em mais uma análise aqui no Pizza Fria!

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II

Memórias de uma guerra clandestina

Enquanto a Infinity Ward estava produzindo histórias ambientadas em conflitos contemporâneos com Modern Warfare, a Treyarch imaginava experiências bastante diferentes para seus jogos. Com Call of Duty: Black Ops, a desenvolvedora saiu dos campos da Segunda Guerra Mundial para entrar nas operações clandestinas do período da Guerra Fria.

Usando essa temática, os jogadores são colocados na pele do protagonista em uma história sobre memórias, manipulações e dúvidas, na qual boa parte das lembranças de Mason se chocam com pontos de vista de outros personagens. O mistério na trama pode parecer clichê nos dias de hoje, visto que o público atual está mais familiarizado com esse tipo de revelação, mas ainda cumpre seu propósito ao fazer o jogador repensar as missões que vivenciou como Mason.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II
Call of Duty: Black Ops traz cenas belíssimas e grandiosas ao longo da campanha! (Imagem: Reprodução/PS5/Bruno Josué)

As cenas são bem produzidas e apostam em diferentes tipos de intensidade para prender os jogadores. Passando por sequências grandiosas acompanhadas por uma trilha sonora épica, como a fuga de Vorkuta, pelo interrogatório ameaçador de Mason e até mesmo por cenas com John F. Kennedy, o jogo foca em criar algo diferente do que os fãs estavam acostumados nas entradas anteriores da franquia.

Enquanto os jogos anteriores apresentavam as linhas de frente da Segunda Guerra Mundial e os conflitos contemporâneos de Modern Warfare de maneira direta, Black Ops reconstrói suas operações secretas a partir das memórias fragmentadas de Mason.

Um futuro moldado por escolhas

Call of Duty: Black Ops II não fica para trás e, novamente, tenta trazer coisas novas para a franquia em seu modo história. Os personagens antigos vivenciam acontecimentos que apresentam a origem dos conflitos que impactarão a luta dos novos protagonistas contra Menendez e Cordis Die.

Black Ops II introduz novas mecânicas de gameplay com seu lado futurista em um 2025 fictício e apresenta miras que identificam oponentes, granadas PEM e dispositivos que hackeiam equipamentos inimigos.

Mesmo assim, o jogo não abandona os capítulos no século passado, trazendo alguns eventos importantes na década de 1980. Por causa disso, a experiência do modo para um jogador está constantemente se renovando, já que pode alternar seus armamentos e ferramentas entre uma missão e outra.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II
Call of Duty: Black Ops II alterna entre capítulos no passado e em 2025 para variar sua campanha! (Imagem: Reprodução/PS5/Bruno Josué)

Menendez também é um dos vilões mais complexos da franquia. O jogo abandona a ameaça bioquímica do primeiro jogo e o ultranacionalismo russo de Modern Warfare para trazer um antagonista que procura vingança pelas ações da CIA, construindo um movimento político que consegue convencer civis de diversas partes do mundo com seus discursos.

Isso cria momentos em que o jogador é levado a duvidar das atitudes dos protagonistas e da própria CIA, evidenciando os erros cometidos por eles em vez de simplesmente colocá-los como heróis.

A campanha também traz um sistema de escolhas bastante interessante para um jogo com essa proposta. Aqui o jogador não tem um sistema tradicional de escolhas de diálogos, mas influencia a história por meio de suas ações ao longo da jornada. O fracasso em alguns objetivos não reseta a missão, mas leva os personagens para eventos alternativos que podem mudar drasticamente seus finais. Assim, o fator de rejogabilidade cresce bastante à medida que o jogador pode experimentar novos caminhos em outras jogadas.

Com suas escolhas de design na campanha, Black Ops II consegue ser relevante até os dias de hoje, mesmo que tenha sido lançado há mais de uma década.

Duas campanhas revividas, mas presas ao passado

As poucas melhorias técnicas presentes nos relançamentos também são bem-vindas. Os dois jogos agora rodam em resolução de 1080p tanto no PlayStation 4 quanto no PlayStation 5, oferecendo imagens mais nítidas do que nas versões originais. Em minha experiência no PS5, os tempos de carregamento também foram muito curtos, permitindo retornar rapidamente à jogatina.

Ainda assim, apesar de as campanhas se manterem vivas diante dos padrões modernos, é inegável que algumas melhorias de qualidade de vida poderiam ter sido aplicadas para tornar a experiência mais acessível aos novos jogadores de PlayStation.

Os relançamentos, por exemplo, carecem de opções básicas em suas configurações e de aprimoramentos em pontos que envelheceram mal. Não poder alterar o FOV ou remapear controles pode afastar jogadores que têm problemas com o padrão definido pela Treyarch. Além disso, a implementação de antisserrilhamento nos dois consoles e, no PlayStation 5, gatilhos adaptáveis e um modo de 120 quadros por segundo não transformariam completamente os jogos, mas trariam mais imersão e fluidez.

Manter o Black Ops original sem localização em português também é um erro gigante. Em 2010, era compreensível que uma empresa não traduzisse seus produtos para vários idiomas, visto que esse tipo de trabalho ainda era pouco frequente no mercado brasileiro. Mas, em 2026, o fato de a Activision não implementar, no mínimo, legendas em português diminui a acessibilidade para jogadores que não entendem inglês.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II
O primeiro Black Ops não contém opção de idioma, além de oferecer poucas configurações ao jogador. (Imagem: Reprodução/PS5/Bruno Josué)

Black Ops II possui localização em português, mas sofre dos problemas clássicos da época em que a dublagem para o nosso idioma não era algo comum nos consoles. Falta de sincronia labial, frases pouco naturais, momentos em que uma fala atropela outra, momentos em que o diálogo se repete sem motivo e cortes estranhos no áudio tornam a dublagem na campanha pouco atrativa. Além disso, a campanha em português continua sem conter qualquer tipo de legenda.

Tudo isso cria um ambiente onde a decisão de comprar ou não o jogo se torna mais complicada e depende do domínio da língua inglesa, especialmente no primeiro jogo, e da familiaridade com controles antigos para uma jogatina divertida. Além disso, traz dúvidas quanto ao preço cobrado, dado o trabalho apresentado.

Black Ops encontra um equilíbrio entre armas e mapas em seu multiplayer

Em uma época em que a comunidade de Call of Duty está mais atenta do que nunca aos problemas de balanceamento, movimentação e qualidade dos mapas, é compreensível que o relançamento do primeiro Black Ops cause estranhamento por causa de seus sistemas antigos.

Porém, não é isso que acontece. A Treyarch criou uma fórmula para o multiplayer que se sustenta mesmo após mais de uma década e ajuda a explicar por que o jogo foi tão amado.

Em Black Ops, os jogadores montam suas classes com armamentos inspirados no período da Guerra Fria. Em meus testes, nenhuma arma pareceu muito superior às demais, abrindo espaço para diferentes estilos de jogo e incentivando o uso de equipamentos variados.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II
Black Ops utiliza um sistema mais rígido de criação de classes, com espaços predeterminados para armas, equipamentos e perks. (Imagem: Reprodução/PS5/Bruno Josué)

Apesar disso, o perk Second Chance escapa desse equilíbrio ao permitir que o jogador abatido continue atirando por alguns segundos, mesmo depois de perder o confronto. Ainda assim, considerando a quantidade de armas e perks disponíveis, o trabalho de balanceamento permanece convincente.

Os mapas também favorecem a dinâmica das partidas e oferecem rotas alternativas que recompensam o conhecimento dos jogadores mais experientes sem tornar os confrontos inacessíveis aos novatos.

Não é à toa que alguns deles foram remasterizados em outros títulos ao longo dos anos, como Firing Range e Nuketown. Mas é ótimo retornar às suas versões originais e perceber que, após todo esse tempo, eles ainda funcionam.

Black Ops II tem um dos modos multiplayer mais amados da franquia. Mas será que é tudo isso mesmo?

Com Black Ops II, a Treyarch trouxe um multijogador diferente de tudo o que havíamos visto na franquia. Com a introdução de vários sistemas, a desenvolvedora renovou o modo multiplayer sem abandonar sua proposta básica.

Para quem não se lembra, foi aqui que a série introduziu o sistema Pick 10, no qual o jogador distribui dez espaços entre armas, acessórios, perks, granadas e curingas para montar sua classe. Isso permite abrir mão de uma arma secundária ou granada para fortalecer outros elementos, enquanto os próprios curingas também consomem espaços e mantêm essa liberdade ligada a escolhas e sacrifícios.

Com isso, a maneira de abordar as partidas pode mudar drasticamente de jogador para jogador, criando lobbies mais diversos, nos quais os oponentes podem se enfrentar com estilos diferentes sem que uma configuração pareça necessariamente superior às demais.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II
Sistema Pick 10 de Black Ops II permite diversos tipos de estratégias! (Imagem: Reprodução/PS5/Bruno Josué)

O sistema de progressão das camuflagens também envelheceu bem, com uma lógica de desafios que permanece, ainda que adaptada, em jogos mais recentes, como Black Ops 6. Recompensar os jogadores por acertarem tiros na cabeça e outras ações com diversas armas incentiva ainda mais o uso de armamentos variados.

Sem recursos presentes nos Call of Duty modernos, como corrida tática e deslizes, a movimentação pode parecer lenta e engessada. Porém, depois de algumas partidas, o jogador se adapta ao ritmo mais cadenciado sem grandes dificuldades.

Ainda assim, o jogo apresenta problemas que afetam diretamente a qualidade de suas partidas. Em meus testes, só conseguia escutar passos vindos de outros jogadores à queima-roupa, quando a informação sonora já chegava tarde demais para ser útil.

Os testes foram realizados sem o perk Awareness, para avaliar o áudio padrão do jogo, e nem mesmo diferentes configurações resolveram completamente o problema.

Em minhas partidas, o game também apresentou problemas com os spawns em alguns mapas. A previsibilidade desses pontos permite que jogadores experientes ocupem posições privilegiadas e abatam repetidamente quem está reaparecendo, criando situações nas quais o jogador morre antes mesmo de conseguir reagir.

Com tudo isso, Black Ops II continua bastante sólido e se diferencia o suficiente do primeiro para que a compra dos dois não pareça redundante. Ainda assim, seus problemas de áudio e spawn prejudicam a qualidade das partidas e podem afastar parte dos jogadores.

Problemas técnicos e uma moderação insuficiente corrompem um modo amado

Mesmo jogos bem-sucedidos como os dois primeiros Black Ops contêm alguns sistemas que mostram sua idade ao ficarem lado a lado com jogos modernos. O sistema de conexão P2P continua demonstrando seus problemas. Depender da conexão de um jogador escolhido como host pode gerar partidas com conexão instável. Nos meus testes, também não foi incomum eu ser jogado para fora da partida como se tivesse desconectado o cabo de Ethernet do console.

Também encontrei inconsistências na identificação da NAT: mesmo sem alterações na rede, os jogos alternavam a classificação exibida, dificultando a conexão com outros jogadores no multiplayer e em Zumbis.

Vale lembrar que as limitações dos modos online não param nos problemas de conexão. Os relançamentos também removeram o modo Theater dos dois jogos e as Wager Matches do primeiro Black Ops, enquanto Black Ops II perdeu o League Play. Mesmo que essas ausências não impeçam o funcionamento das partidas tradicionais, elas tornam os ports menos completos do que suas versões originais.

Para mim, porém, o problema mais grave desses relançamentos se encontra no sistema de criação de emblemas de Black Ops II. Aqueles que jogaram em 2012 devem se lembrar que o jogo entregava uma ferramenta bastante robusta para criação de emblemas personalizados, que funcionavam como sua foto de perfil nos modos online.

A ideia é ótima e permitiu muitas montagens criativas e emblemas únicos. Criadores de conteúdo recriavam suas fotos de perfil de redes sociais dentro do jogo. Jogadores criavam imagens baseadas em personagens e conteúdos de que gostavam. Isso gerava um senso de comunidade muito bem-vindo para a franquia.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II
O editor de Black Ops II permite que o jogador misture até 32 camadas para produzir emblemas únicos. (Imagem: Reprodução/PS5/Bruno Josué)

Apesar disso, dar tanta liberdade sem oferecer mecanismos adequados de proteção traz problemas gravíssimos. É extremamente desconfortável jogar sabendo que, a qualquer momento, pode surgir na tela uma imagem com conteúdo adulto ou outras representações impróprias. Durante meus testes, encontrei emblemas com referências a ideologias extremistas e crimes tão graves que não considero adequado descrevê-los ou reproduzi-los nesta análise.

A moderação não parece eficiente o suficiente para combater esse tipo de conteúdo, fazendo com que imagens impróprias apareçam com frequência nas salas. A própria Activision prevê punições para emblemas ofensivos, mas a frequência com que essas imagens aparecem na nova versão de Black Ops II indica que as regras não estão sendo aplicadas de maneira satisfatória. Preservar esse sistema sem implementar uma opção para ocultar emblemas personalizados ou fortalecer sua fiscalização é um erro grave que precisa ser corrigido.

Depois de uma década esperando, os mortos voltam a se levantar

Nascido como um modo secreto em World at War, Zumbis provou ser um dos maiores sucessos da franquia e continua retornando até hoje, inclusive fora da subsérie Black Ops.

Mesmo que Black Ops 6 tenha retomado as partidas por rodadas e mapas mais tradicionais, revisitar as experiências originais evidencia o quanto o modo mudou com o passar dos anos.

Enquanto Black Ops concentra sua experiência em mapas mais fechados, o segundo jogo tenta ampliar a fórmula com TranZit, seu ônibus e suas áreas interligadas. Apesar das diferenças, os dois focam principalmente na sobrevivência. O objetivo central não é cumprir uma longa sequência de easter eggs até enfrentar um chefe. Esses elementos existem, mas não conduzem as partidas como nos jogos recentes.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II
Em Black Ops II, TranZit utiliza um ônibus para conectar as diferentes áreas de seu mapa. (Imagem: Reprodução/PS5/Bruno Josué)

Os jogos estimulam o jogador constantemente a aprender os mapas, decorar a localização de armas e perks, abrir rotas e combinar esses conhecimentos para sobreviver pelo máximo de tempo possível. Isso pode afastar jogadores, como eu, que preferem entrar em partidas para buscar a progressão dos mapas e chegar ao clímax com a cena final de um easter egg. Porém, é inegável que juntar amigos para ver quanto tempo a equipe sobrevive em meio a dezenas de zumbis é divertido e pode gerar momentos até engraçados.

Por outro lado, os relançamentos não oferecem opções que facilitem a adaptação aos sistemas antigos de vida e combate. Veteranos reconhecerão suas regras rapidamente, mas jogadores acostumados com as entradas recentes encontrarão uma curva de aprendizado muito mais exigente.

Alguns mapas, sobretudo TranZit, são mais confusos e exigem memorização. Sem o perk Jugger-Nog, o jogador é derrubado com apenas dois golpes, enquanto a munição se torna cada vez mais escassa nas rodadas altas. Recomprá-la ou trocar de arma várias vezes antes de terminar uma rodada pode tornar as partidas cansativas, principalmente para quem joga sozinho.

Além disso, quem pretende comprar os jogos apenas por Zumbis deve ter em mente que nenhum mapa de DLC está incluído nas versões base. O conteúdo adicional permanece restrito aos passes de temporada de cada jogo. Cada passe é vendido separadamente pelo preço cheio de R$ 164,90. Por isso, esta análise considera apenas os mapas presentes nos jogos base.

Vale a pena comprar Call of Duty: Black Ops ou Call of Duty: Black Ops 2?

Os relançamentos dos primeiros Black Ops podem animar jogadores que desejavam jogá-los nos consoles mais recentes da Sony, mas não podiam devido à ausência de versões para PS4 e PS5. As duas campanhas estão de volta, enquanto os principais modos online preservam grande parte da excelência que tornou esses jogos tão aclamados.

Porém, não dá para ignorar que, mesmo sendo apenas relançamentos, os dois jogos poderiam ter recebido um tratamento visual melhor, melhorias de qualidade de vida e uma moderação mais consistente, especialmente no multiplayer do segundo jogo.

A própria necessidade desses ports também evidencia uma limitação grave do ecossistema PlayStation. Sem retrocompatibilidade com o PS3, jogos dessa geração dependem de novos relançamentos para permanecerem acessíveis nos consoles atuais.

Por fim, os preços escolhidos para os dois produtos não refletem de forma justa o trabalho nem a experiência entregue. A situação fica ainda pior ao considerar que o valor de cada jogo somado ao seu passe de temporada se aproxima do preço de um lançamento atual.

Por isso, nenhum dos dois é fácil de recomendar pelo preço cheio. A compra faz mais sentido para fãs nostálgicos ou jogadores que nunca tiveram acesso aos títulos, desde que estejam dispostos a aceitar experiências muito próximas das versões originais e sem melhorias impactantes. Para quem procura principalmente o modo Zumbis, os passes de temporada vendidos separadamente tornam a recomendação ainda mais difícil.

Caso a vontade de comprar seja grande, o ideal é aproveitar as ofertas para assinantes do PlayStation Plus antes de seu encerramento em 6 de agosto de 2026.

Call of Duty: Black Ops e Call of Duty: Black Ops II foram relançados em 9 de julho e estão disponíveis para compra separadamente no PlayStation 4 e no PlayStation 5.

*Review elaborada em um PlayStation 5, com código fornecido pela Activision.

Call of Duty: Black Ops + Black Ops II

BRL 174,90
7.1

História

8.0/10

Gameplay

6.5/10

Gráficos e Sons

6.5/10

Extras

7.5/10

Prós

  • Histórias bem escritas e intrigantes
  • Multijogador bem balanceado e que traz uma proposta alternativa aos títulos modernos de Call of Duty
  • Zumbis consegue fornecer um modo cooperativo divertido para aqueles que querem jogar com amigos

Contras

  • Falta de melhorias de qualidade de vida dos jogos
  • Ausência de correções para problemas antigos dos modos online, como bugs e desconexões, além de uma moderação insuficiente
  • Preço incompatível com o trabalho realizado
  • Localização em português ausente em Black Ops
  • Dublagem em português apresenta problemas em Black Ops II

Bruno Josué

Bruno Josué, ou God_BrunoBH, como é conhecido em suas redes sociais, é amante de jogos desde pequeno. Gosta de jogos que rendem histórias emocionantes, mundos cativantes e discussões mais longas do que deveriam. Quando não está escrevendo análises até altas horas da noite, está atrás de alguma platina em seu PlayStation 5, ou tentando explicar aos outros como uma simples música de menu ou atividade secundária o deixou emocionado. Até o momento, ninguém conseguiu convencê-lo de que isso não pode ser considerado um belíssimo trabalho.