Die in the Dungeon é lançado em versão 1.0 e deixa o Acesso Antecipado

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HypeTrain Digital anunciou na última sexta-feira, 1, que Die in the Dungeon foi lançado oficialmente em sua versão 1.0, deixando o período de Acesso Antecipado no PC, via Steam. O título é desenvolvido pelo estúdio ATICO e conta com mais de 2.500 análises na plataforma, com avaliação “Muito positiva”.

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Mecânicas de dados substituem sistema tradicional de cartas

Die in the Dungeon apresenta uma proposta baseada em construção de baralho com dados, substituindo o modelo tradicional de cartas. Nesse sistema, os dados representam o conjunto de habilidades do jogador, sendo utilizados em combates por turnos.

A dinâmica envolve posicionamento estratégico no tabuleiro, onde os dados podem ser usados para atacar, defender e criar combinações. O funcionamento das batalhas considera não apenas os valores obtidos, mas também o momento e o local em que cada ação é executada.

Recursos e características principais

Entre os elementos centrais do título, estão:

  • Sistema de construção baseado em dados, com possibilidade de modificar faces e valores
  • Combate tático com foco no posicionamento no tabuleiro
  • Customização por meio de relíquias e modificadores
  • Combinações entre sistemas que permitem diferentes abordagens em cada partida

Conteúdos adicionados na versão 1.0

A atualização de lançamento inclui novos conteúdos e ajustes na progressão do jogo. Entre as novidades estão:

  • Nova personagem jogável, Nera
  • Introdução de um estilo de jogo baseado em Parry
  • Sistema de progressão de personagens ampliado
  • Inclusão de um Codex com informações adicionais
  • Novo chefe
  • Nova opção de dificuldade
  • Final completo para a campanha
  • Suporte completo a controles

Localização e idiomas

Die in the Dungeon conta com localização completa em inglês e adicionou novos idiomas no lançamento, incluindo português do Brasil, francês, alemão, espanhol, russo, turco, japonês, polonês, coreano e chinês simplificado.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.