Celestial Return ganha novo devlog destacando influências e mecânicas centrais

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Metaphor Games revelou nesta quinta-feira, 23, que Celestial Return recebeu um novo devlog, detalhando as influências criativas e os sistemas que definem o RPG narrativo sci-fi noir, que chega no dia 7 de maio para PC, via Steam.

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Novo devlog explora identidade e influências de Celestial Return

O segundo episódio da série de vídeos apresenta a visão da equipe sobre o posicionamento de Celestial Return dentro do gênero de RPGs narrativos. Segundo o estúdio, o projeto busca estabelecer sua própria identidade, mesmo diante de comparações com títulos como Disco Elysium e Citizen Sleeper.

De acordo com os desenvolvedores, essas comparações são vistas como referências importantes para a construção do game. A proposta do estúdio é criar uma experiência em que os sistemas não apenas apoiem a narrativa, mas sejam parte fundamental dela.

Sistema de dados define progressão e decisões

Um dos principais elementos apresentados no devlog é o sistema baseado em dados. Em Celestial Return, os dados não funcionam como um recurso ilimitado ou puramente mecânico. Eles existem dentro do universo do jogo como um recurso finito, utilizado como moeda que influencia risco, progressão e sobrevivência.

Cada decisão do jogador é moldada pela quantidade de dados disponíveis e pelo quanto está disposto a utilizá-los. A proposta busca reproduzir a tensão característica de jogos de RPG de mesa, onde incerteza e consequência fazem parte da construção narrativa.

Narrativa aborda o custo das escolhas

A Metaphor Games também destacou o foco temático do jogo. Enquanto outros RPGs do gênero exploram identidade ou sobrevivência, Celestial Return se concentra no custo dessas ações e no peso das escolhas feitas ao longo da jornada.

No game, os jogadores assumem o papel do detetive Howard, que investiga uma série de assassinatos em Netherveil City, uma cidade com ambientação neon e influências lovecraftianas. Durante a investigação, o protagonista conta com recursos incomuns, como dados no bolso e uma rosa senciente, enquanto lida com eventos sobrenaturais e corrupção crescente.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.