Driftland: The Magic Revival chega ao PS5 com estratégia em ilhas flutuantes

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Ultimate Games S.A. lançou nesta sexta-feira, 12, uma versão de Driftland: The Magic Revival para PlayStation 5. O título combina elementos de RTS, 4X e god game em um universo de fantasia formado por ilhas flutuantes e já estava disponível para PC, via Steam, e Xbox Series X|S. Desenvolvido pelo estúdio polonês Star Drifters, o jogo estreou originalmente para PC em 2019.

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Driftland: The Magic Revival leva jogadores a controlar ilhas flutuantes

Em Driftland: The Magic Revival, os jogadores assumem o papel de um mago capaz de mover, unir e transformar territórios suspensos no ar. A história se passa em um mundo devastado por uma grande guerra entre magos, evento que fragmentou os continentes e deu origem às ilhas flutuantes que compõem o cenário do jogo.

A campanha começa com um pequeno reino e um único castelo, cabendo ao jogador expandir sua influência e construir um império. Além do modo campanha, o título também oferece confrontos em partidas de escaramuça.

Sistema combina RTS, 4X e mecânicas de god game

A proposta de Driftland: The Magic Revival mistura gerenciamento de impérios, exploração, expansão territorial e controle indireto das unidades. Os jogadores definem objetivos para seus súditos, que executam tarefas de forma autônoma.

O jogo conta com quatro facções distintas, cada uma com características próprias e estilos de jogo diferentes. Heróis especiais auxiliam na expansão do reino e podem se deslocar pelos céus utilizando montarias, incluindo dragões.

Outro elemento central é o gerenciamento de recursos, que envolve ouro, matérias-primas e magia. O sistema mágico também desempenha papel importante na manipulação do ambiente e na administração dos territórios.

Principais características de Driftland: The Magic Revival

  • Estratégia em um mundo de fantasia composto por ilhas flutuantes;
  • Combinação de elementos de RTS, 4X e god game;
  • Possibilidade de mover, conectar e transformar ilhas;
  • Sistema de magia voltado para manipulação do mundo;
  • Modos de jogo variados, incluindo campanha e escaramuças.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.