EMUUROM já está disponível no Steam com foco em exploração baseada em escaneamento de criaturas

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A borbware anunciou nesta segunda-feira, 25, em parceria com a Coyote Time Publishing, que EMUUROM já está disponível para PC, via Steam. O título é um metroidvania focado em descoberta, observação e experimentação, desenvolvido por Perttu Tuovinen ao longo de oito anos.

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Segundo as informações divulgadas, o game se passa em um antigo paraíso à beira do desaparecimento, levando jogadores a explorar um mundo interconectado habitado por criaturas chamadas EMUUROMs. Em vez de utilizar sistemas tradicionais baseados em combate ou progressão guiada, o jogo aposta em mecânicas ligadas à observação e interpretação de padrões.

EMUUROM utiliza escaneamento para avançar na exploração

Em EMUUROM, os jogadores utilizam um feixe de escaneamento para analisar criaturas espalhadas pelo cenário, registrando seus comportamentos e características. Essas informações são armazenadas em uma enciclopédia interna chamada EMUUDEX, utilizada para conectar pistas, descobrir caminhos ocultos e resolver desafios ao longo da jornada.

De acordo com o estúdio, a progressão foi construída com a filosofia de “sem condução direta”, incentivando o jogador a avançar apenas com base em observações, raciocínio e experimentação.

Visual retrô e desenvolvimento dentro do TIC-80

Outro elemento destacado é a construção visual do game, desenvolvida dentro das limitações da plataforma TIC-80, uma console de fantasia voltada à criação de jogos retrô. O projeto utiliza uma estética minimalista em pixel art e ocupa apenas 3 MB de espaço, embora ofereça dezenas de horas de conteúdo exploratório.

Segundo os desenvolvedores, diversos segredos foram distribuídos pelo mapa e podem estar visíveis desde o início, exigindo atenção durante a exploração.

Principais recursos de EMUUROM

  • Exploração baseada em escaneamento de criaturas
  • Mundo interconectado inspirado em metroidvanias
  • Sistema EMUUDEX para documentação
  • Progressão através de observação e dedução
  • Segredos distribuídos pelo cenário
  • Estrutura sem direcionamento explícito
  • Visual retrô em pixel art
  • Desenvolvimento realizado dentro das limitações do TIC-80
  • Dezenas de horas de conteúdo em um arquivo de 3 MB

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.