The Dark Pictures Anthology: Little Hope chega ao Switch

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BANDAI NAMCO Entertainment America lançou nesta quinta-feira, 5, The Dark Pictures Anthology: Little Hope, um game de terror focado em uma história sombria, para Nintendo Switch. O game já estava disponível para PlayStation 4, PlayStation 5Xbox One, Xbox Series X|S e PC, via Steam. Confira o trailer de lançamento!

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Leia nossa review de The Dark Pictures Anthology: Little Hope!

The Dark Pictures Anthology: Little Hope deixará os jogadores confinados e isolados em uma cidade homônima. Controlando quatro estudantes colegiais, bem como o seu professor, você deverá escapar das visões horripilantes que os perseguem pela densa neblina que permeia o local.

No entanto, à medida em que o grupo parte em busca de meios para escapar desta cidade misteriosa, os personagens irão descobrir o real significado destes eventos assustadores, encontrar a raiz deste mal, e entender como ele se conecta a eles.

Assim como em Man of Medan, o primeiro game da série, Little Hope foi desenvolvido com foco na rejogabilidade, trazendo caminhos, histórias e finais diferentes. Cada decisão tomada no jogo importa e terá consequências que podem definir quem vive e quem morre.

O Curador, a figura onisciente dublada pelo ator Pip Torrens, está de volta para observador do progresso e escolhas dos protagonistas, com “dicas” ocasionais. Os modos História Compartilhada e Noite de Filme também retornam, permitindo que jogadores encarem os novos horrores com seus amigos online ou offline.

The Dark Pictures Anthology é uma série de jogos de terror que deverá receber no mínimo oito jogos, que terão equipes de produção totalmente diferentes. A saga é projetada para ser re-jogada, com diversas ramificações na história, caminhos diferentes e finais variados, de acordo com as escolhas dos jogadores.

Leandro Paiva

Jornalista, amante de survival horror, café e, provavelmente, o maior fã de Resident Evil do site, a menos que ele chame Revelations 2. Sou um jogador de PC em tempo integral, pois games são uma arte bela demais para não serem apreciados em suas melhores versões. E, com isso, claramente não quero dizer jogar com o MSI Afterburner aberto na tela, mostrando 100+ FPS!