Lost in Random já está disponível para PC e consoles

Zoink e a Electronic Arts anunciaram nesta sexta-feira, 10, o lançamento de Lost in Random, apresentando aos jogadores um mundo sombrio e distorcido onde cada evento e decisão é impulsionado por um lance de dados casual. Lost in Random é um game de ação e aventura que leva os jogadores ao reino de Random, onde eles devem lutam para ter sucesso no imprevisível e em constante mudança mundo. O jogo está disponível para Nintendo Switch, Xbox One, Xbox Series X|SPlayStation 4, PlayStation 5 e PC, via Steam e Origin.

Sobre Lost in Random

Lost in Random conta a história de duas jovens irmãs, Even e Odd, que se encontram à mercê da Rainha do mal e de seus dados sombrios. Separada de Odd em seu décimo segundo aniversário, Even pede a ajuda de Dicey, sua companheira de dados, para atravessar os seis reinos da terra e resgatar sua irmã das garras da Rainha. Dicey e Even terão de enfrentar os lacaios da Rainha em batalhas de dados explosivas, levando a gigantescas arenas de jogos de tabuleiro onde os jogadores terão que mudar sua estratégia de jogo em tempo real em uma mistura emocionante de ação em tempo real e táticas de parar o tempo.

Eles também irão coletar cartas para construir um deck formidável de habilidades de combate e encontrar personagens únicos que os desafiam de maneiras que nunca esperaram, enquanto procuram quebrar a maldição de Random e resgatar Odd.

O diálogo de Lost in Random é escrito por Ryan North, autor de Adventure Time, The Unbeatable Squirrel Girl, da Marvel Comics, e muito mais, mergulhando os jogadores em um clima macabro a cada nova reviravolta e reviravolta que encontram. Com um estilo de arte inspirado em nomes como Tim Burton, Shaun Tan e Alice no País das Maravilhas, os belos e altamente visuais ambientes do jogo dão vida ao Reino de Random de maneiras épicas.

Por fim, a trilha sonora dinâmica de Lost in Random, Volume 1 e Volume 2, está disponível hoje no Spotify para coincidir com o lançamento do jogo.

Álvaro Saluan

Historiador e cientista social de formação, é completamente apaixonado por videogames e escreve sobre o tema há uns bons anos. Vê os jogos para além do entretenimento, considerando todo o processo como uma grande e diversificada arte.